sábado, 23 de julho de 2022

Matéria no Jornal Semanário

 







Na edição de 23/07/22 do Jornal Semanário, de Bento Gonçalves, foi publicada uma matéria sobre o dia do escritor (25/07). Sou um dos autores entrevistados na referida publicação.
A matéria pode ser conferida, na íntegra, no seguinte link: 


segunda-feira, 4 de julho de 2022

Ensaio publicado

 


O livro Educação e Literatura: o diálogo necessário foi lançado em junho/2022. A obra foi organizada pelas professoras Ana Maria Haddad Baptista e María Ángeles Pérez López. Participo desta publicação com um ensaio sobre a leitura literária. 

BAPTISTA, Ana Maria Haddad; PÉREZ LÓPEZ, María Ángeles. Educação e Literatura: o diálogo necessário. Belo Horizonte: Tesseractum, 2022. 

O livro pode ser adquirido através do site da Amazon, no link:

www.amazon.com.br/Educação-Literatura-Maria-Haddad-Baptista-ebook/dp/B0B4F6TF98

segunda-feira, 7 de março de 2022

Matéria no Jornal Pioneiro de Caxias do Sul

 


Na edição do dia 02/03/22, o Jornal Pioneiro de Caxias do Sul destacou o lançamento do meu livro de ensaios Terra de exílio. A matéria, sensivelmente escrita pelo Andrei Andrade, reflete vários aspectos abordados no livro. 

O conteúdo pode ser conferido, na íntegra, no link a seguir: 

https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2022/03/bento-goncalvense-clovis-da-rolt-lanca-livro-de-ensaios-terra-de-exilio-cl08fn8xu005m017csqtgjojs.html


terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Terra de exílio - Ensaios

 


Encontra-se disponível para aquisição o meu livro Terra de exílio. Os treze ensaios que compõem o livro abordam temáticas relacionadas às Humanidades: literatura, leitura, arte, filosofia e educação. 

1 - Notas sobre a sedução primeira: arte e literatura como formas de inoculação
2 - Leitura literária, a que se destina?
3 - Oscar Bertholdo: poesia como um sopro inaugural
4 - Um enxame de palavras no coração: Marco Lucchesi e a densidade humana da escrita
5 - O monge verde na procissão do bosque
6 - Sátira cultural, letras jocosas e peripécias bufoliterárias em Joanim Pepperoni, PhD
7 - Dos aprendizados no deserto: a experiência mística e as travessias da interioridade
8 - Corpo e escrita em O livro de cabeceira, de Peter Greenaway
9 - Com uma mirada sem corpo: notas sobre a memória em O cidadão ilustre
10 - Herdeiros de nós mesmos: educação e formação frente aos labirintos da tecnologia
11 - O conceito de “pessoa” e suas implicações éticas no personalismo de Emmanuel Mounier
12 - As evocações do inútil no ensino de arte
13 - Inger Enkvist: percursos de um pensamento

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As temáticas abordadas pelo autor não são necessariamente inéditas. Inédito é o olhar, ao mesmo tempo erudito e poético, que lança sobre elas, seja na leitura crítica de obras literárias, seja nas reflexões teóricas, seja nas incursões no universo da filosofia. 

Terra de exílio, por suas qualidades, impõe-se como leitura compulsória para quem deseja fruir uma linguagem ensaística e mergulhar numa abordagem inovadora sobre diversos temas bastante caros à área das Humanidades. 

João Claudio Arendt - Poeta e professor universitário


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O ensaio comporta uma dimensão em que muitos caminhos podem ser trilhados. E assim acontece nesta reunião de ensaios. Observe-se, como um dos exemplos possíveis, a posição de Clóvis Da Rolt diante da vida. Ou seja: "Porque só se é inteiro quando se aceita o risco permanente da desagregação". Justamente os ensaios do autor, a todo momento, saem fora das posições comuns e consolidadas. Aceitam riscos, desagregações e desafios.

Ana Maria Haddad Baptista - Professora universitária, pesquisadora, ensaísta

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O livro pode ser adquirido nos seguintes sites: Clube de Autores, Amazon, Estante Virtual, Americanas. Para adquirir diretamente com o autor, enviar e-mail para: cdarolt@hotmail.com


quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Ensaio publicado

 


Na edição nº 31 (volume 13, set./dez. 2021) da Revista Antares, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Cultura da Universidade de Caxias do Sul, foi publicado um ensaio em que analiso alguns aspectos da produção literária do escritor Joanim Pepperoni, PhD. 

O texto Sátira cultural, letras jocosas e peripécias bufoliterárias em Joanim Pepperoni, PhD está disponível no link a seguir:

http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/antares/article/view/10298/4913

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Ensaio publicado

 



Na edição nº 107 da Revista Brasileira, editada pela Academia Brasileira de Letras, foi publicado um ensaio de minha autoria. Neste ensaio, teço algumas reflexões sobre a poesia de Oscar Bertholdo. 

O texto Oscar Bertholdo: poesia como um sopro inaugural, bem como o conteúdo da revista podem ser acessados no link a seguir: 

https://www.academia.org.br/publicacoes/revista-brasileira-no107


quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Novo livro em preparação

 


Encontra-se em preparação meu livro de ensaios: Terra de exílio. O lançamento está previsto para janeiro de 2022. Os ensaios abordam temas como educação, arte, filosofia, literatura e cinema.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Publicação - Educação, Artes e Literatura: Reminiscências

 


      O livro Educação, Artes e Literatura: Reminiscências, lançado em fevereiro de 2021, reúne textos ensaísticos produzidos por autores que refletem sobre as reminiscências em suas interfaces com a educação, a arte e a literatura. 

Referência:

BAPTISTA, Ana Maria H. et al. (Orgs.) Educação, Artes e Literatura: Reminiscências. Belo Horizonte: Tesseractum, 2021. 

Capítulo publicado:

DA ROLT, Clóvis. Notas sobre a sedução primeira: arte e literatura como formas de inoculação.

sábado, 21 de novembro de 2020

Publicação - Memórias: da pluralidade metodológica

 



     Lançado recentemente, em novembro/2020, o livro Memórias: da pluralidade metodológica reúne ensaios de autores que refletem sobre o tema da memória em diferentes contextos: arte, cultura, pesquisa, ciência. Participo desta coletânea com um texto em que abordo o tema da memória no filme O cidadão ilustre.

REFERÊNCIA:

BAPTISTA, Ana Maria H.; MARTINS, Edson Soares. Memórias: da pluralidade metodológica. Belo Horizonte: Tesseractum, 2020.

DA ROLT, Clóvis. Com uma mirada sem corpo: notas sobre a memória em O cidadão ilustre.

O livro pode ser adquirido no site da Amazon, no link:

https://www.amazon.com.br/Mem%C3%B3rias-metodol%C3%B3gica-Maria-Haddad-Baptista-ebook/dp/B08QW382RH

sábado, 31 de outubro de 2020

Lançamento

 


Novo livro do poeta João Claudio Arendt, A Cinza Descerrada, está sendo lançado pela Editora Pedregulho. Tive o prazer de escrever o prefácio.

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A cinza descerrada apresenta a produção poética recente de João Claudio Arendt. Síntese de linguagem depurada e habilidade de contenção, os poemas reunidos neste livro confirmam o estilo singular de um autor que preza pela economia dos recursos expressivos em atenção ao essencial. O mínimo, o reduzido e o sutil – antíteses de nosso mundo afeito aos excessos e ao vozerio estrondoso – encontram aqui o seu lugar de timoneiros do fazer poético.

Movimento de Tai Chi. Audição aberta ao sussurro. Grão de sal na boca. Olho colado no buraco da fechadura. Cada poema aqui apresentado nos captura por seu sentido de concisão. Hino de singelezas, A cinza descerrada é o estalido perturbador que às vezes ouvimos ressoar pela casa durante a madrugada. É a matéria quase impalpável resultante das várias combustões a que submetemos a vida em seu destino de rupturas. Com sua poesia, Arendt nos mostra que é necessário muito pouco para deflagrar um espanto.

Na esteira de sua produção anterior, o poeta dá prosseguimento a uma dicção matizada por sua honestidade como autor. Não há aqui peripécias formais, maneirismos sazonais, nem os tendenciosos salamaleques tão presentes na produção poética atual – os quais lançam uma cortina de fumaça capaz de ocultar o que de fato importa na poesia. Os poemas de Arendt prescindem de agendas, pautas convenientes e panegíricos transitórios. Há aqui poesia que se instala lentamente. Ofício de cinzas a depositar e retirar camadas de sensibilidade. Tessitura fina de encantos e desencantos.

O conjunto de poemas de A cinza descerrada sustenta-se numa tônica contemplativa diante das urdiduras da temporalidade, das impotências humanas e da necessidade de assimilação de tudo aquilo que, em si mesmo, esconde um abismo. Contemplação que não é, de forma alguma, um gesto resignado. Mas um exercício de impregnação dialógica: dança de labaredas que incendeiam a linguagem em busca da poesia sob as cinzas resultantes. “Artifícios compensam / mas não revertem / o que em cada um de nós / o tempo deposita”, diz o poeta.

Ao longo da leitura dos poemas percebe-se uma tensão estabelecida entre o mundo natural e o mundo da cultura. Em alguns deles, à maneira dos haicais, o poeta nos apresenta fiapos de uma linguagem visivelmente impregnada pelas imagens da natureza, diante da qual o universo humano aparenta ser quase incômodo. “Vestir-se de amarelo / para fazer coro com os ipês”; “Fica em silêncio / e apenas escuta: / o canto das águas / a voz do vento / o rumor das aves”; “Como aves em face do abismo / as folhas não há quem ampare”, confidencia Arendt. O poeta percebe que tudo à sua volta constitui um ímpeto de comunicação, uma centelha prestes a fulgurar novos sentidos para a “fome de realidade” que é a poesia, segundo ensina Octavio Paz.

Partindo de uma atmosfera poética natural – sem, contudo, descartá-la –, a linguagem migra para a intimidade de lugares concretos, onde estão a casa, a rua e os objetos familiares. Esta inflexão toma a via do erotismo e da sedução diante da carga de conteúdos poéticos com que nos envolve o cotidiano. Tal qual as vozes de um madrigal discreto, estão ali a cozinha, o sofá, a panela, o filho, o sexo, o varal, as ceroulas. Assim, a cultura surge com sua carga desestabilizadora, situando o mundo humano num campo de disputas simbólicas.  

Em A cinza descerrada, vemos um autor maduro que reverencia a poesia em seu caráter de revelação, sem render-se ao proselitismo do mercado editorial e sua nefasta lógica on demand. A leitura dos poemas encaminhou-me para Juan Gelman e Giuseppe Ungaretti, o que não significa, de forma alguma, uma busca por filiações ou linhagens, mas apenas uma sensibilidade partilhada que se pode constatar. É um fato: os poetas de verdade não têm qualquer pudor em invadir e serem invadidos.

Os poemas aqui reunidos nasceram de um poeta que parece estar ciente de que, conforme alertou a escritora Nélida Piñon, “estamos sempre nos movendo sobre os escombros dos que nos antecederam.” De certo modo, as heranças poéticas funcionam como horizontes para uma produção que almeje o mínimo de rigor e qualidade. Tratando-se de poesia, quando se nega a tradição, o que sobra é geralmente o pedantismo da boa vontade, do solipsismo e do talento autoproclamado.

Temos aqui uma poesia que se aprofunda em seu próprio fazer; que atinge seu valor pela via de sua integridade. Os poetas, de acordo com Percy Shelley, “são os legisladores secretos da humanidade, os primeiros a captar as verdades indispensáveis.” Fiquemos atentos, portanto, ao alerta que nos dão os poemas de Arendt. E o façamos mediante a consciência de que fomos lançados num fosso relativista onde tudo pode ser nivelado. Assim como se faz com as cinzas, há que se revolver a poesia como quem busca resíduos. Em meio à matéria consumida, perscrutemos a forma sobrevivente.

Clóvis Da Rolt

  

sábado, 10 de outubro de 2020

Novo livro - Mínimo Fôlego

 


      Já se encontra à venda, no site do Clube de Autores, minha publicação mais recente. Mínimo Fôlego reúne poemas, aforismos e pensamentos.

     Disponível para aquisição em: https://clubedeautores.com.br/livro/minimo-folego

*****

Não é o que você faz, 
é o que diz.
Com palavras
rompem-se represas.

*****

O risco de estar
na pele do outro
é descobrir que nada mudou.

*****

Quebrar a pedra
em dezenas de lascas.
E ainda ter a pedra.

*****

Uma criança
que recebeu ajuda
para andar de bicicleta
jamais esquecerá
o valor da confiança.


sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Novo livro - Lançamento em breve!

 


      Em breve mais um lançamento! Mínimo Fôlego reúne poemas, aforismos e pensamentos. São textos curtos e sintéticos que dialogam com o momento em que vivemos - momento de contenções e palavras asfixiadas.  

terça-feira, 19 de maio de 2020

Publicação - Marco Lucchesi: Estética do interdisciplinar

      


O livro Marco Lucchesi - Estética do Interdisciplinar, organizado pela Profa. Ana Maria H. Baptista (Universidade Nove de Julho), reúne ensaios em homenagem ao escritor Marco Lucchesi (atual presidente da Academia Brasileira de Letras). Faço parte desta obra com um ensaio.

O livro está disponível para aquisição no site da Editora Patuá, no link a seguir:


Referência:

BAPTISTA, Ana Maria H. (Org.) Marco Lucchesi - Estética do Interdisciplinar. São Paulo: Ed. Patuá, 2020.

Capítulo publicado: 

DA ROLT, Clóvis. Um enxame de palavras no coração: Marco Lucchesi e a aventura da escrita.




quinta-feira, 14 de maio de 2020

Publicação - Notícia da atual literatura brasileira





     Já está em pré-venda, com lançamento previsto para junho/20, o livro Notícia da atual literatura brasileira: entrevistas. A obra consiste numa coletânea de entrevistas realizadas com 81 escritores contemporâneos e será publicada pela Editora Cousa, de Vitória-ES. O livro está disponível no link a seguir:



Organizado por Vitor Cei (UFES), André Tessaro Pelinser (UFRN), Letícia Malloy (Unifal-MG) e Andréia Delmaschio (IFES), o livro conta com Apresentação de Rita Olivieri-Godet (Université Rennes 2) e Prefácio de Fabíola Padilha (UFES).

Autores entrevistados: Ada Lima, Adilson Vilaça, Alberto Lins Caldas, Alberto Pucheu, Aline Bei, Aline Dias, Aline Prúcoli de Souza, Amarildo Joao Espíndola, Ana Martins Marques, Anaximandro Amorim, Andréia Delmaschio, Andressa Zoi Nathanailidis, Antônio Cândido da Silva, Antônio Torres, Bernadette Lyra, Cae Guimaraes, Carola Saavedra, Casé Lontra Marques, Cesar Carvalho, Chacal, Clóvis Da Rolt, Daniel Munduruku, Dau Bastos, David Rocha, Diva Cunha, Eduardo Martins, Elizeu Braga, Ely Macuxi, Erlon José Paschoal, Evando Nascimento, Everton Almeida Barbosa, Fabio Daflon, Gustavo Bernardo Krause, Gustavo Felicíssimo, Hélio Rocha, Herbert Farias, Hudson Ribeiro, Jacques Fux, Jarid Arraes, Joanim Pepperoni, João Almino, João Claudio Arendt, Johann Heyss, Jorge Elias Neto, Jorge Nascimento, Keila Mara Araújo Maciel, Larissa Gotti Pissinatti, Marcus Vinicius de Freitas, Maria Amélia Dalvi, Mariana Lage, Marília Carreiro Fernandes, Marina Moura, Miguel Nenevé, Mônica de Aquino, Natalia Borges Polesso, Nelson Martinelli, Nilza Menezes, Pádua Fernandes, Pâmela Filipini, Paulo Caetano, Paulo Roberto Sodré, Rafael Iotti, Raimundo Carvalho, Ravel Paz, Reinaldo Santos Neves, Renato Gomez, Renato Noguera, Ricardo Lísias, Rodrigo Caldeira, Ronald Augusto, Rosivan dos Santos, Rubens Vaz Cavalcante, Saulo Ribeiro, Sérgio Blank, Sueli Bispo, Vanessa Prieto, Vicente Franz Cecim, W. B. Lemos, Wilberth Salgueiro, Wilson Coelho e Wladimir Cazé.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Publicação - Educação e Linguagens: da multiplicidade dos conceitos



     Foi publicada em abril de 2020 a coletânea de ensaios Educação e Linguagens: da multiplicidade dos conceitos, da qual sou um dos integrantes. O livro reúne ensaios em que a tônica reside na reflexão sobre os campos conceituais que incidem sobre a educação.

Referência:

BAPTISTA, Ana Maria H.; HUMMES, Júlia Maria; DAL BELLO, Márcia Pessoa; NAVAS, Diana. (Orgs.) Educação e Linguagens: da multiplicidade dos conceitos. São Paulo: BT Acadêmica, 2020.

Capítulo publicado: 

DA ROLT, Clóvis. Dos aprendizados no deserto: a experiência mística e as travessias da interioridade.

O livro está disponível para aquisição no link:


Resenha publicada sobre o livro "O martírio da santa feia"




Foi publicada na Revista Interações Sociais (FURG) uma resenha do meu livro "O martírio da santa feia: uma leitura sobre a rejeição ao monumento de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha-RS." A resenha é de autoria do Prof. Dr. José Rogério Lopes, professor e pesquisador do PPG em Ciências Sociais da Unisinos. 

A resenha está disponível no link:

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Onde encontrar?



 

Os livros "O martírio da santa feia" e "Um arpão entre duas bocas" podem ser adquiridos nas seguintes livrarias:

Em Bento Gonçalves/RS:
- Livraria Dom Quixote
- Livraria Aquarela

Em Caxias do Sul/RS:
- Livraria Do Arco da Velha

Além das livrarias físicas, os livros também podem ser adquiridos diretamente comigo, através do e-mail: cdarolt@hotmail.com





Divulgação no Jornal Pioneiro de Caxias do Sul



O livro O martírio da santa feia; uma leitura sobre a rejeição ao monumento de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha-RS é destaque no Jornal Pioneiro de Caxias do Sul - edição de 23/12/2019. A matéria completa pode ser acessada no link:  

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Lançamento! O MARTÍRIO DA SANTA FEIA - Uma leitura sobre a rejeição ao monumento de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha-RS



     Já está disponível para aquisição, no site da Editora CRV, meu livro O MARTÍRIO DA SANTA FEIA - Uma leitura sobre a rejeição ao monumento de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha-RS.

       O livro resulta de um projeto de pesquisa desenvolvido ao longo de quatro anos junto à UNIPAMPA. Trata-se de uma abordagem antropológica acerca da rejeição sofrida por um monumento religioso na cidade de Farroupilha-RS. Após sua instalação, em 2008, o monumento gerou controvérsias acerca da aparência da imagem de Nossa Senhora, que foi considerada feia por seus próprios fiéis. O episódio gerou uma celeuma que se desdobrou por cerca de dez anos, até a instalação de um novo monumento em substituição ao que fora rejeitado. A partir da perspectiva dos estudos do imaginário, o livro tenta entender a dinâmica devocional em torno da figura de Nossa Senhora de Caravaggio na serra gaúcha e suas ligações com o imaginário da imigração italiana na região, bem como as motivações que suscitaram a rejeição.  

Link da editora para aquisição:


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Um arpão entre duas bocas - Lançamento na Feira do Livro de Jaguarão-RS






     Lançamento e sessão de autógrafos do livro Um arpão entre duas bocas na Feira do Livro de Jaguarão-RS, dia 23/11/19. Meu agradecimento à Profa. Ana Boessio pelo acompanhamento durante a Feira.

sábado, 26 de outubro de 2019

Um arpão entre duas bocas - sessão de autógrafos na Unipampa






     Em comemoração ao Dia Nacional do Livro (29/10/19), a biblioteca da Unipampa - Câmpus Jaguarão elaborou uma programação especial que contou com uma sessão de autógrafos do meu livro de poemas Um arpão entre duas bocas.



sábado, 19 de outubro de 2019

Um arpão entre duas bocas - sessão de autógrafos em Jaguarão/RS




     Lançamento do livro Um arpão entre duas bocas na Biblioteca Pública de Jaguarão-RS, dia 23/10/19. Meu agradecimento à Biblioteca Pública, ao LALLI (Laboratório de Literatura e outras Linguagens - UNIPAMPA), à Profa. Ana Boessio e à artista plástica Sabina Sebasti (que fez os belos desenhos que compõem o livro). 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Lançamento em breve!




     Em breve! Lançamento, divulgação e comercialização do meu livro "O martírio da santa feia: uma leitura sobre a rejeição ao monumento de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha-RS". O livro sairá pela editora CRV e resulta de uma pesquisa desenvolvida ao longo de quatro anos junto à Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Semana Acadêmica de Letras - Unipampa




     No dia 26/08/2019, participei da VII Semana Acadêmica de Letras da Unipampa - Câmpus Jaguarão. Na oportunidade, através da palestra "Poesia: um relato íntimo", pude conversar com alunos acerca de alguns aspectos da criação poética.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Lançamento em breve!




     Em breve lançamento, divulgação e comercialização do meu mais recente trabalho em poesia, o livro Um arpão entre duas bocas. A obra sairá pela editora Chiado Books.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Publicação - Educação, Culturas, Artes e Tecnologias





     Foi publicada recentemente uma coletânea de textos reunidos no livro Educação, Culturas, Artes e Tecnologias, do qual participo com um ensaio. Os ensaios que compõem o livro versam sobre temáticas interdisciplinares que acomodam olhares de diferentes pesquisadores sobre o tema da formação e suas interfaces com a arte e a tecnologia.

Referência:

BAPTISTA, Ana Maria H; HUMMES, Júlia Maria; DAL BELLO, Márcia Pessoa. Educação, Culturas, Artes e Tecnologias. São Paulo: BT Acadêmica/Montenegro: Fundarte, 2019.

Capítulo publicado: 

DA ROLT, Clóvis. Herdeiros de nós mesmos: educação e formação frente aos labirintos da tecnologia.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Entrevista





     Foi publicada na Revista Dialogia (Universidade Nove de Julho - São Paulo), uma entrevista em que comento algumas questões relativas à leitura e à literatura.
A entrevista na íntegra pode ser conferida no link a seguir:

http://periodicos.uninove.br/index.php?journal=dialogia&page=article&op=view&path%5B%5D=10480&path%5B%5D=5225


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Lançamento




        Mal de Amor, o mais recente livro de poemas de Marco Lucchesi (Presidente da Academia Brasileira de Letras), foi lançado em São Paulo no dia 14/11/18. Tive o prazer de escrever a orelha do livro.

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Emil Cioran diz que “todo comentário de uma obra é insuficiente ou inútil, pois tudo que não é direto é nulo.” O erro, segundo ele, é ver tudo a partir do exterior, criar sistemas para o inexprimível, fazer o inventário das visões alheias. Apesar disso, um inimigo dentro de mim estimula a autossabotagem. Encorajo-me no comentário. E o faço com a ciência de que a poesia, como qualquer obra artística, não possui sinônimos, nada que lhe equivalha ou sirva de suplemento. Uma obra verdadeiramente artística jamais admite um intérprete que a transforme em outra coisa. Se for sincera e necessária, repelirá todas as justificações por julgá-las tão incômodas quanto ler com os óculos inadequados.  
Em Mal de Amor, Marco Lucchesi incursiona pelo território de Eros, um dos andaimes a partir do quais a condição humana pode ser entendida e significada. Trata-se de um conjunto de poemas breves – meditações de um chacal que grita entre as ruínas –, cuja unidade é dada por uma pulsação erótica, uma vibração arterial que deixa todos os sentidos eretos. Poemas apresentados com velaturas e demãos de sutileza que precisam ser removidas como o lençol – sanguíneo – que envolve o corpo desejado: corpo que Cesare Pavese diz que se denuda não apenas para o outro, mas para si próprio.
A atmosfera poética concebida por Lucchesi é úmida, irrigada. Cenário no qual movimentam-se “águas esquivas na superfície da pele”. As menções ao mar, à praia, à chuva, à correnteza, à maresia, às ondas e ao amante náufrago situam o erotismo no campo de uma significação orgânica e permeável à natureza. O amor vaza, espalha-se, toma qualquer forma. Os amantes são como criaturas que já se conheciam desde a aurora do mundo, quando ainda serpenteavam feito enguias furtivas no profundo e aquoso abismo das origens.
A esta atmosfera líquida unem-se referências ao tempo e suas confabulações. Tempo que incide sobre o erotismo mediante uma gama imagética ativada por estrelas, a lua, a madrugada, a tarde, as órbitas, a noite, o sol, as horas. Os amantes agora vivem no tempo: fratura exposta. Sabem de suas vicissitudes e caprichos. Sabem que durar é perseverar, pois de todos os sentimentos o amor é o que mais intimamente conhece os perigos da inanição.  
O amor é uma constante na poesia. Mais do que isso: é um constructo da história, da cultura, da vida. Isso explica por que, ao longo do tempo e mediante diversas entonações, uma multidão de espíritos inquietos nele submergiu: Platão, Ovídio, Soren Kierkegaard, Georg Simmel, Florbela Espanca, Erich Fromm. Não cessamos nunca de pensá-lo, cantá-lo, reverenciá-lo. Talvez porque o amor seja a forma pela qual, como diz Ortega y Gasset, realizamos uma tentativa de transmigração que nos leva para além de nós mesmos. Mario Quintana foi certeiro quando disse que amar é mudar a alma de casa. O amante é um foragido, desertor em agonia, criatura flutuante que almeja lançar sua âncora em águas alheias.
Mal de Amor é o canto renovado de um tema inesgotável. Nos poemas aqui reunidos, o poeta-argonauta nos convida a uma travessia permeada por oscilações, perigos e desafios. Porque sabe que os mares do amor são povoados por Adamastores. Porque admite que tudo no amor é tenso, limítrofe, fugaz como uma floração: “Foge da noite a tarde ensolarada. E se desmancha / num clamor intranscendente. O ocaso é uma / nódoa vermelha, no lençol de nossa diáspora.” Eis aqui a melancolia de um adeus, o levante dos corpos outrora friccionados mas que já não se reconhecem. Dentro de si o amor guarda a ameaça de um contragolpe.
Para quem aceitar a travessia proposta, o poeta oferece uma carta. Suas exigências não são poucas: portar “um destemido canto de beleza”; ouvir o “sussurro das sombras”; levar consigo “um enxame de palavras no coração”; estar ciente de que “a correnteza não perdoa indecisões”. Por tudo isso, Mal de Amor é um teste de resistência e perseverança. É a declaração, com notas trágicas, de quem interpela o mais fundamental dos sentimentos sem desconsiderar o ardil de seus alçapões ocultos. Mas é também um clamor de superação. Exercício de ruptura. Ímpeto de violação. Pois o amor é a única medida possível para determinar com que grau de intensidade a vida de cada um de nós se ergue para além dos limites e das contingências. A vida na qual o amor se realizou é, sem dúvida, uma vida justificada.

Clóvis Da Rolt
Jaguarão-RS, 13/09/18